A disciplina Tecnologias da Informação e Comunicação nos permitiu
ampliar nossos saberes, visto que, apesar de já termos familiaridade com redes
sociais, confeccionar o blog foi uma experiência desafiadora, em que aprendemos
no fazer junto.
Ao fazer esse trabalho, o grupo pode interagir e refletir sobre
diversos conceitos apresentados no livro, e a partir das problemáticas
apresentadas pelo autor aguçamos um olhar diferenciado percebendo o quanto
influenciamos na sociedade em que vivemos, e mesmo com ausência de ação produzimos
algo, e cabe a todos nós repensar nossas práticas e ações.
Relacionando a disciplina e, a leitura do livro Vidas
Desperdiçadas com a educação. Percebemos, que podemos ser o início
dessa luta que o autor sugere, sem falarmos de “mudar o mundo”, e sim, no
sentido de nos preocuparmos com os efeitos da globalização no mundo.
Sarmento (2015) investiga os processos de transformação na
infância da globalização dos produtos da indústria cultural para a criança, das
tecnologias da informação (computadores, tablets, celulares) como meios de
práticas sociais nas escolas, creches e lares. Afirma que hoje grande parte das
crianças (independentemente da idade) possuem no mínimo um celular, e para elas
o celular, nada mais é que um objeto brincante, para além de servir como meio
de comunicação com os familiares, torna-se uma extensão do seu agir na vida.
Sarmento (2015) lança o questionamento: E o que a escola faz com o celular? ...
Diante disso, o que nós (futuros educadores) estamos fazendo com as novas
tecnologias na/para escola?
Não buscamos respostas, mas sim, reflexões, para que possamos
atuar com o comprometimento de amenizar os efeitos desse progresso da
modernidade.
Ler o livro, e escrever sobre, foi um exercício de ponderação
diante de temas emergentes na atualidade, principalmente quando devem ser
levados para a sala de aula, como o intuito de apropriação e compreensão (pelas
crianças) de seus usos e benefícios, sem criar novas dicotomias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário